A 1ª Conferência Municipal de Vigilância em Saúde (CMVS) de Nova Monte Verde-MT foi realizada no dia 24/08/2017 com o objetivo de propor diretrizes para a formulação das políticas de Vigilância em Saúde, elaborar propostas para o município e indicar delegados à etapa estadual.

A 1ª CMVS contou com uma ótima participação dos diversos setores da sociedade, promoveu debates e tratou de uma série de temas relevantes para o fortalecimento do SUS. Destacaram-se questões como a promoção a saúde e a influência dos hábitos e costumes da sociedade, levando em consideração os aspectos culturais e a responsabilidade de todos na busca de uma Saúde preventiva de qualidade.

Tivemos apoio do Escritório Regional de Alta Floresta (ERSAF) que conduziu a apresentação dos Subeixos e também os debates nos grupos de trabalho. A população de Nova Monte Verde é sempre preocupada com o desenvolvimento do município e muito presente quando o assunto é saúde. Todos buscando o melhor. Contamos com mais de 110 pessoas em plenária, argumentando, discutindo e elaborando propostas para a etapa Estadual.

Fonte: Prefeitura Municipal de Nova Monte Verde

O Conselho Nacional de Saúde (CNS) participou nesta quarta-feira (30/08) da Conferência Estadual de Vigilância em Saúde de Tocantins, que acontece em Palmas. O evento é uma etapa preparatória para a 1ª Conferência Nacional de Vigilância em Saúde (CNVS) que será realizado pelo CNS de 21 a 24 de novembro, em Brasília.

A etapa estadual contou com a participação da conselheira nacional e integrante da Comissão Organizadora da 1ª CNVS, Nelcy Ferreira da Silva, para a palestra sobre Saberes, Práticas, Processos de Trabalhos e Tecnologias na Vigilância em Saúde.

O tema faz parte do documento orientador da 1ª CNVS, que trata do direito à proteção e promoção da saúde dos brasileiros. Os demais subeixos do documento são: O Lugar da Vigilância em Saúde no SUS; Responsabilidades do Estado e dos Governos com a Vigilância em Saúde; Vigilância em Saúde Participativa e Democrática para Enfrentamento das Iniquidades Sociais em Saúde.

A 1ª CNVS tem o objetivo de ampliar as discussões em defesa do Sistema Único de Saúde (SUS) e propor diretrizes para a construção de uma Política de Vigilância em Saúde para todo o território nacional. Nas etapas estaduais, os participantes escolhem, entre as propostas aprovadas nas conferências municipais e macrorregionais, as que serão apresentadas na conferência nacional.

“Em Tocantins, a conferência está muito bem estruturada, os participantes fizeram intervenções que certamente enriqueceram o debate em torno da vigilância. Houve acolhimento para todas as intervenções”, avaliou Nelcy. A conferência seguirá até quinta-feira (31/08). Os estados têm até o dia 21 de outubro para realizar as etapas estaduais.

Agenda Política CNS

A conselheira também apresentou aos participantes da conferência estadual a Agenda Política do CNS, que inclui dois projetos para a formação e capacitação de conselheiros de saúde e representantes de movimentos sociais.

O primeiro é o projeto Formação para o Controle Social no SUS, promovido pelo CNS e desenvolvido em parceria com o Centro de Educação Popular (CEAP). O objetivo é desenvolver ações que promovam a atuação em processos de democratização do Estado.

O segundo projeto é o Conselho Presente, realizado em parceria com a Universidade Federal de Goiás (UFG), para que a defesa do SUS e seu financiamento integrem as mais diferentes pautas. A ideia é ampliar a mobilização para o fortalecimento dos espaços institucionais de participação social e democracia participativa. O CNS estima atingir um público de aproximadamente 10 mil conselheiros de saúde e representantes da sociedade civil organizada.

Ascom CNS

Dia de fortalecer e dar visibilidade da Vigilância em Saúde como parte do Sistema Único de Saúde. No sábado, 26 de agosto, a Prefeitura de São Leopoldo realizou a 1ª Conferência de Vigilância em Saúde no Auditório Central da Unisinos. O evento é considerado um marco na área, pois busca priorizar ações voltadas ao município, ao estado e também em nível nacional.

A secretária adjunta de Saúde, Quélen da Silva, considera necessário pensar coletivamente em vigilância em saúde por ser uma das áreas que mais representam um projeto de sistema único e, principalmente, o projeto da reforma sanitária, onde se fala em promoção da saúde. “É a vigilância que nos faz pensar da relação social das doenças e nos traz informações para pensar políticas em saúde” disse.

Foram divididos quatro grupos de trabalho para discutir os eixos sobre O Lugar da Vigilância em Saúde no SUS; Responsabilidades do Estado e dos governos com a vigilância em saúde; Saberes, Práticas, processos de trabalhos e tecnologias na vigilância em saúde; e Vigilância em saúde participativa e democrática para enfrentamento das iniquidades sociais em saúde.

O prefeito de São Leopoldo, Ary Vanazzi, é entusiasta da iniciativa. “Acho que quanto mais a gente envolver a sociedade na construção de políticas pública, melhor será a prática e melhor será o resultado dela com o usuário. O grande desafio é integrar e transformar o homem e a mulher lá da ponta em sujeito real da história, na participação, no controle social e no conhecimento”, discursou Vanazzi durante a abertura.
 

Participaram da solenidade a diretora do Centro de Vigilância em Saúde, Vivian Bennemann, o presidente do Conselho Municipal de Saúde, Luiz Fernando de Oliveira Martins, e a coordenadora da graduação em Medicina da Unisinos, Nêmora Barcellos, que palestrou sobre “Política Nacional de Vigilância em Saúde e o fortalecimento do SUS como direito à Proteção e Promoção da Saúde do povo brasileiro – fortalecimento dos programas e ações de Vigilância em Saúde”. “Nós temos trabalhado em conjunto com o município na tentativa de aproximar cada vez mais a academia à gestão em saúde e aos serviços de saúde, principalmente em função do curso de medicina, mas também em relação do município com toda a área de saúde da Unisinos”, explicou a médica.

O Centro de Vigilância em Saúde é formado por: Vigilância Sanitária, Vigilância em Saúde Ambiental, Vigilância da Saúde do Trabalhador, Vigilância Epidemiológica e Imunizações.

Fonte: Redação Revista News

Começou na segunda-feira (31/07) a Conferência Livre de Vigilância em Saúde na Atenção Básica, em Santa Maria (RS), promovida pelo Conselho Municipal de Saúde (CMS). O evento é uma etapa preparatória para a 1ª Conferência Nacional de Vigilância em Saúde (1ªCNVS), que será realizada pelo Conselho Nacional de Saúde (CNS), de 21 a 24 de novembro, em Brasília. O presidente do CNS, Ronald Santos, participou da abertura que contou com a presença de cerca de 200 trabalhadores, entre agentes de saúde, médicos e enfermeiros.

Ronald abordou a conjuntura atual da saúde brasileira, os eixos da 1ªCNVS, a necessidade de articulação e integração entre os tipos de vigilâncias (Sanitária, Epidemiológica, Ambiental e em Saúde do Trabalhador) com a atenção básica. No final da tarde, o presidente do CNS participou de uma reunião com o grupo gestor do cuidado às vítimas da tragédia da boate Kiss, formado por representantes dos governos federal, estadual e municipal, trabalhadores e associação de familiares. “A presença do presidente do CNS aqui no município, falando de temas como o da tragédia, passa a ser uma referência para o país todo”, declarou Sueli Barrios, conselheira do CNS.

O presidente também visitou o Hospital Regional de Santa Maria, que já deveria funcionar com 213 leitos, mas continua fechado. Um investimento público de mais de R$ 50 milhões, oriundos 100% do SUS, de acordo com Sueli. “É importante fazer essa discussão para levar ao conjunto de conselheiros e garantir que a saúde não seja privatizada. O hospital foi construído com recursos públicos e não queremos que ele seja entregue à iniciativa privada resultando na diminuição do número de leitos para a saúde pública”, explicou.

Abaixo-assinado

Ronald também participou de um encontro nesta terça (01/08) que contou com a presença do prefeito de Santa Maria, Jorge Pozzobon, a Secretária de Saúde, Liliane Mello e com o Superintendente da Vigilância em Saúde, Alexandre Strepe. Participaram também os integrantes dos conselhos municipais de saúde da região. “Hoje tive a oportunidade de solicitar, sendo prontamente acatado, o empenho do Prefeito em liderar na região a coleta de assinaturas da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN)”, declarou o presidente do CNS.

O CNS lançou o abaixo-assinado contra a Emenda Constitucional nº 95/2016, que traz graves prejuízos à população brasileira. A emenda congela os gastos com saúde e educação por 20 anos, fragilizando de forma severa o Sistema Único de Saúde (SUS). O documento será enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF), em abril de 2018.

Ascom CNS

Movimentos sindicais, populares e sociais, que participaram do seminário Preparatório da 1ª Conferência Nacional de Vigilância em Saúde com Foco no Trabalho, organizado pelo Conselho Nacional de Saúde (CNS), em São Paulo, apresentaram uma carta contra os retrocessos sociais, pela manutenção de direitos do povo brasileiro e pelo fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS). No documento, os movimentos também destacam a importância da construção de uma agenda progressista em defesa da Constituição Federal e firmam compromisso para a realização da 1ª Conferência Nacional de Vigilância em Saúde (CNVS), que será realizada de 21 a 24 de novembro, em Brasília.

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Ascom CNS

Quinta, 03 Agosto 2017 20:36

Regulamento da 1ª CNVS

A proposta de regulamento da etapa nacional da 1ª Conferência Nacional de Vigilância em Saúde (CNVS) está disponível para alterações, acréscimos ou exclusões de propostas. As sugestões podem ser feitas através do formulário online que estará disponível até dia 22 de agosto.

>> Você pode contribuir acessando a Consulta Virtual aqui.

Esta proposta foi elaborada pela comissão organizadora da 1ª CNVS e aprovada na 295ª Reunião Ordinária do Colegiado do CNS e define as regras de funcionamento da etapa nacional. A conferência promovida pelo Conselho Nacional de Saúde (CNS) foi convocada pela Portaria 1.017, de 11 de maio de 2016, com Regimento aprovado na 284ª Reunião Ordinária do colegiado, nos dias 18 e 19 de agosto de 2016.

A 1ª CNVS será realizada entre os dias 21 e 24 de novembro, em Brasília.

 

Ascom CNS

Respeitar e reconhecer as singularidades e as especificidades de cada região do país é um dos pontos fundamentais para compreender os elementos que podem interferir na promoção de saúde dos brasileiros. Esta foi a análise que permeou os debates sobre o Modelo de Atenção à Saúde no Brasil e o papel da Vigilância em Saúde na Garantia da Integralidade, realizados nesta terça-feira, 18, durante o seminário promovido pelo Conselho Nacional de Saúde (CNS), em São Paulo.  

Para a professora da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, Laura Camargo Macruz Feuerwerker, é preciso reconhecer as diferenças do coletivo para ampliar o entendimento de como diferentes grupos de pessoas apontam os processos de riscos e adoecimento. “A agenda de atenção básica fala que do Oiapoque ao Chuí as pessoas tem os mesmos problemas, isso limita a promoção à saúde com providencias basicamente relacionadas ao ambiente urbano, normalmente culpabilizando o indivíduo pelo fato dele não adotar um modelo saudável de vida”, avalia.

Para ela, pensar na integralidade também é importante para reduzir o distanciamento que politicas públicas e temas de saúde têm do cotidiano das pessoas. “O grau de desregulamentação do trabalho terá consequências brutais para o ponto de vista da precarização das vidas e condições de trabalho, por exemplo”.

O seminário é uma etapa preparatória para a 1ª Conferência Nacional de Vigilância em Saúde (CNVS), a ser realizada de 21 a 24 de novembro, em Brasília. A conferência discutirá, entre outras questões, quais estratégias podem gerar ações integradoras das vigilâncias e a integração da vigilância em saúde com a atenção básica.

“É preciso pensar na sua integralidade para que a vigilância seja um suporte importante para que as ações assistenciais tenham uma racionalidade melhor e possam alcançar a todos”, afirma o presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), Jarbas Barbosa da Silva Junior, ao destacar que as duas conferências promovidas pelo CNS em 2017, (Saúde da Mulher e Vigilância em Saúde) “serão dois momentos fundamentais para a gente reafirmar o SUS como direito e responsabilidade do Estado”.

O seminário preparatório ocorre na Rua Tamandaré, 393, Liberdade, São Paulo, até quarta-feira, 19.

 

Ascom CNS

Construir um projeto de vigilância em saúde que se traduza em mais proteção para todos os brasileiros significa defender a democracia, a manutenção dos direitos e o pacto social firmado pela Constituição de 1988. Está foi a tônica da mesa “Contexto Atual da Vigilância em Saúde”, realizada durante o seminário preparatório para a 1ª Conferência Nacional de Vigilância em Saúde, que acontece nesta terça (18) e quarta (19), em São Paulo.  

O presidente do Conselho Nacional de Saúde (CNS), Ronald dos Santos, afirmou que a atividade de saúde movimenta, no Brasil, cerca de R$ 500 bilhões por ano, um montante superior a toda a riqueza produzida pelo Uruguai, Paraguai e Bolívia, juntos. “Faz sentido que alguns setores apostem na visão de saúde como mercadoria”, denunciou.

Segundo ele, o Brasil investe em saúde, hoje, apenas 3,7 % do Produto Interno Bruto (PIB). E a estimativa é que, em 2030, esteja aplicando menos de 1%, em função da diminuição gradativa da aplicação de recursos públicos na área. Por isso, para o presidente do CNS, é tão fundamental discutir que modelo de financiamento de saúde o país deve adotar.

Santos, porém, destacou outras duas discussões que precisam ser pautadas na conferência: sobre qual modelo de atençao em saúde adotar e sobre a defesa da democracia. “Para mudar esta conjuntura tão adversa, só tem um remédio: mais democracia. É mais controle social, é mais participação popular”, defendeu.

Presidente da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Nísia Trindade Lima respaldou a necessidade de se pensar as políticas públicas de saúde dentro de uma visão maior de projeto de desenvolvimento de país. “Não é possível pensar nenhuma política de forma isolada. Nao é possível pensar em uma vigilância orientada por princípios democráticos e populares sem termos claro que é na defesa da democracia e da saúde como direitos fundamentais que estão as bases para pensarmos o sistema de vigilância do país”, afirmou.

Ela ressaltou também que a aprovação da reforma trabalhista, com perdas de direitos, deve impactar de forma negativa a saúde do trabalhador, tanto física quanto psíquica. Dentre os principais problemas, citou o aumento da jornada de trabalho e a ampliação da terceirização, com expectativa de crescimento no número de acidentes de trabalho no país. “Morrem hoje no Brasil mais trabalhadores terceirizados do que contratados diretamente, nos setores de energia elétrica, petróleo e cosntruçao civil’, apontou.

Ascom CNS

 A união de movimentos sociais, populares e sindicais de todo o país marcou a abertura do Seminário Preparatório para a 1ª Conferência Nacional de Vigilância em Saúde (CNVS), promovido pelo Conselho Nacional de Saúde (CNS). O evento reuniu nesta terça-feira, 18, em São Paulo, mais de oitenta organizações em defesa do Sistema Único de Saúde (SUS).  

 O objetivo é unificar forças para enfrentar os retrocessos sociais e perdas de direitos que ocorrem na atual conjuntura nacional, e defender a democracia e o direito à saúde pública, universal, integral e gratuita para todo o povo brasileiro.

“Isso é um marco na defesa e proteção social do nosso país. Buscamos construir juntos ações pelo cumprimento do que contratamos na Constituição Federal, que permitam que todas as pessoas possam viver mais e melhor, na mais ampla diversidade que temos em nosso território nacional”, avalia o presidente do CNS, Ronald dos Santos.

O seminário reuniu representantes da Confederação Nacional dos Trabalhadores da Agricultura (CONTAG), da Articulação dos Povos Indígenas da Região Sul (ARPINSUL), da Confederação Nacional das Associações de Moradores (CONAM), do Movimento de População de Rua (POPRua), Confederação Nacional dos Bispos Brasileiros (CNBB), de conselheiros nacionais de saúde, representantes de secretarias municipais e estaduais de saúde, de todas as centrais sindicais brasileiras, entre outros. Além da defesa do SUS, ele tem entre os objetivos discutir diretrizes para a construção de uma Política Nacional de Vigilância em Saúde.

“Não se faz vigilância em saúde, igualitária, sem combater o racismo. É preciso olhar para a situação de vulnerabilidade que sofre a população negra em nosso país. Que esse seminário seja o pontapé para que muitas mudanças aconteçam”, avalia a secretária geral da União de Negros pela Igualdade (UNEGRO), Cláudia Menezes Vitalino.

“Sabemos que o processo em curso é um desmonte, mas estamos na rua e vamos construir a unidade em defesa do Estado brasileiro, para dizer que direito não se retira, se amplia”, afirma a representante da CUT, Fátima Veloso. “Esse é um momento muito importante, vamos batalhar pelo SUS e construir uma ótima conferência, que é um dos espaços mais importantes para a população e o controle social”, completa a representante da CTB Elgiane Lago.

A 1ª Conferência Nacional de Vigilância em Saúde será realizada em Brasília, de 21 a 24 de novembro e deverá reunir aproximadamente 2 mil pessoas. Ela tem como eixo central “Vigilância em Saúde: Direitos, Conquistas e Defesa de um SUS Público e de Qualidade”

“Este é um momento que a história nos mostra que a unidade deve ser colocada em primeiro lugar”, avalia o coordenador adjunto da 1ª CNVS, Fernando Zasso Pigatto. “A nossa conferência está sendo construída de forma coletiva e a participação de todos é fundamental para que ela aconteça”, completa.

Ascom CNS

O Conselho Nacional de Saúde (CNS) vai realizar o Seminário Preparatório da 1ª Conferência Nacional de Vigilância em Saúde com Foco no Trabalho. O evento será realizado nos dias 18 e 19 de julho, em São Paulo, com a participação de representantes das centrais sindicais, movimentos sociais populares e conselheiros de saúde.

Na programação, após uma avaliação sobre a Saúde no Brasil que será feita pelo Presidente do CNS, Ronald Ferreira dos Santos, o Contexto Atual da Vigilância em Saúde será abordado pela presidente da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Nísia Trindade Lima.

Também haverá a participação do presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), Jarbas Barbosa da Silva Jr. e da professora da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP) para o tema O Modelo de Atenção à Saúde no Brasil e o papel da Vigilância em Saúde na Garantia da Integralidade.

Haverá ainda a participação do professor da Fiocruz, Luiz Carlos Fadel de Vasconcelos, para ampliar o debate com os participantes sobre os Apontamentos para uma Política Nacional de Vigilância em Saúde.

>> Confira a programação completa

A 1ª CNVS será realizada em Brasília, de 21 a 24 de novembro. Entre os objetivos estão a implementação de uma Política Nacional de Vigilância em Saúde, a defesa e o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a integração entre todos os tipos de vigilância. As etapas municipais e macrorregionais podem ser realizadas até o dia 31 de agosto e as etapas estaduais serão realizadas de 1º de setembro até 21 de outubro.

Serviço

Seminário Preparatório da 1ª Conferência Nacional de Vigilância em Saúde com Foco no Trabalho
Local: 
Sindicato dos Auxiliares e Técnicos de Enfermagem e Trabalhadores em Estabelecimentos de Serviços de Saúde de São Paulo
Endereço: Rua Tamandaré, nº 393, Aclimação, São Paulo/SP

Ascom CNS